Para pensar:

"Esta vida é uma estranha hospedaria,
De onde se parte quase sempre às tontas,
Pois nunca as nossas malas estão prontas,
E a nossa conta nunca está em dia."

Mario Quintana

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

“Trair e Coçar é só Começar” chega a Jundiaí em agosto

Divulgação.
A comédia de maior sucesso do teatro brasileiro, Trair e Coçar é só Começar, que completou 29 anos ininterruptos em cartaz, em março de 2015, chega a Jundiaí no dia 14 de agosto às 21h no Teatro Polytheama. Recordista absoluto no Brasil, a peça acumulou até agora um total de cerca de seis milhões de espectadores em quase nove mil apresentações desde sua estreia em 26 de março de 1986, no Rio de Janeiro. A produção local é da BR Produtora.

A peça está em cartaz em São Paulo desde agosto de 1989, de onde sai somente para fazer turnês pelo país. A comédia virou filme e serie do Canal Multishow, além de ter sido aclamada como ponto turístico pela Veja São Paulo, em março de 2010. Em 29 anos, quase 100 atores passaram pela peça, entre eles Suely Franco, Denise Fraga, Adriano Reis, Rômulo Arantes, José Augusto Branco, Ana Rosa, Alexandre Reinecke, Imara Reis, Roberto Arduin, Roberto Pirillo, Bruna Gasgon, Clarisse Abujamra, Mário Cardoso e Annamaria Dias.

No elenco atual, a famosa personagem criada por Marcos Caruso é interpretada por Anastácia Custódio. Completa o elenco de nove atores: Carlos Mariano, Mario Pretini, Tânia Casttello, Carla Pagani, Miguel Bretas, Ricardo Ciciliano, Siomara Schröder e Ivan de Almeida. Direção original e concepção de Attílio Riccó e o atual diretor é José Scavazini.

Para homenagear esta trajetória sem precedentes, o jornalista João Nunes foi convidado para escrever o livro 25 Anos + Um – A História de Sucesso de Trair e Coçar é só Começar (Editora Giostri). A obra reúne relatos do autor, dos diversos elencos, de diretores, de administradores e de produtores sobre inúmeras histórias que envolvem as quase três décadas da peça, desde as dificuldades encontradas por Caruso para conseguir montá-la e estreá-la no Rio de Janeiro até episódios curiosos dos bastidores.

A peça
A inspiração assumida de Marcos Caruso ao escrever Trair e Coçar é só começar foi o gênero vaudeville – a comédia ligeira baseada na intriga e no equívoco. Toda a trama se fundamenta em supostas infidelidades. Ao ver a patroa Inês assediada pelo síndico do prédio onde mora, a atrapalhada empregada Olímpia supõe que ela esteja traindo o marido Eduardo, apesar de eles estarem preparando a festa de 16 anos de casados. Depois, ela ouve uma piada de Eduardo sobre “as namoradas” dele e conclui que o patrão também trai.

Na cabeça de Olímpia, Lígia, a melhor amiga de Inês, também está sob suspeita, assim como o marido dela, Cristiano. As conclusões apressadas da empregada começam a gerar uma série de “quiprocós” a ponto de, em dado momento, todos os personagens se envolverem numa confusão aparentemente sem saída. Convicta do princípio de que informação vale ouro, a esperta Olímpia começa a subornar seus patrões e os amigos deles. E a sucessão interminável de mal-entendidos se completa com a chegada de um vendedor de joias e de um padre.

História
Marcos Caruso tinha 27 anos quando escreveu a peça em 1979. Depois de ficar seis anos na gaveta estreou em 1986 e, desde então, escreveu uma das mais impressionantes histórias do teatro brasileiro.

O sucesso garantiu a presença da peça no Guinness Book nas edições de 1994, 1995, 1996 e 1997 como a mais longa temporada ininterrupta em cartaz do teatro nacional. O espetáculo também ganhou o Prêmio Quality Cultural de 2005 e se apresentou no Teatro Colony, de Miami (EUA). Para homenagear esta trajetória sem precedentes, o jornalista João Nunes foi convidado para escrever o livro 25 Anos + Um – A História de Sucesso de Trair e Coçar é só Começar (Editora Giostri). O livro foi apresentado na 22ª Bienal de SP em 19 de agosto de 2012.

Marilú Bueno foi a primeira atriz a interpretar Olímpia. Depois, entre outras, vieram Suely Franco, Denise Fraga, Vic Militello e Iara Jamra, num total de 13 atrizes – sem contar Adriana Esteves, que a interpretou no cinema, no filme dirigido por Moacyr Góes.

Ficha Técnica
Autor: Marcos Caruso
Direção original e concepção: Attílio Riccó
Direção: José Scavazini
Produtores: Radamés Bruno e Viviane Procópio
Elenco: Anastácia Custódio, Carlos Mariano, Mario Pretini, Tânia Casttello, Carla Pagani, Miguel Bretas, Ricardo Ciciliano ,  Siomara Schröder e Ivan de Almeida
Trilha Sonora: Miguel Briamonte
Camareira: Maria José
Técnico Responsável: Adriano Marques
Técnico:  Diego Cortez
Administradora: Jandy Vieira
Consultor de Estilo/Figurinista : Reinaldo Villar
Obras de Arte: Estúdio Pedro Sabiá
Fotos: Célia Santos e Fábio Cerati
Criação logomarca: Thiago Carlotti – Zanzi
Artes: Léo Dória
Leis de Incentivo: Sonia Odila
Assessoria Contábil: Datecon
Assessoria Jurídica: Dr. Fábio Capone
Produtora Executiva: Viviane Procópio
Direção de Produção: Radamés Bruno
Realização: BR Produtora

Serviço – Trair e Coçar é só Começar
Local: Teatro Polytheama - Jundiaí
Data: 14 de agosto às 21h
Valores:  R$50,00 inteira e R$25,00 meia e R$35,00 antecipado até o dia 13/08
Indicação Etária: 12 anos
Informações: (11) 4586-2472
Apoio Institucional: Governo Federal  - Lei Federal de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura – Programa de Ação Cultural.

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