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| Divulgação |
Após finalizar a restauração
das paredes de taipa e a fundação do Casarão
Pau Preto, as obras de restauro avançam em direção à Tulha.
Feita entre o final do
século XIX e começo do XX para beneficiamento de café, segundo o
superintendente da Fundação Pró-Memória, Carlos Gustavo Nóbrega de Jesus, a
Tulha já é outro exemplo de técnica construtiva presente no complexo histórico
do Casarão. “A alvenaria inglesa, como é
conhecida esse tipo de edificação, acompanhou as tecnologias trazidas pela
ferrovia, com alvenaria de tijolos aparentes de barro maciços e queimados,
assentados por argamassa”, completa.
De acordo com Gustavo, a
exemplo de que foi feito com a fundação e as reconstruções da Taipa, essa fase
da obra será custeada pela Prefeitura Municipal, que irá fornecer os materiais
e Fundação Pró-Memória, que ficará responsável por custear mão de obra
especializada para o restauro.
Ainda segundo o
superintendente da Fundação Pró Memória, além de restaurar as partes afetadas
pelo vazamento, a obra vai adaptar o espaço para o funcionamento adequado para
um anfiteatro, com porta anti-pânico, palco em uma altura correta e
acessibilidade. “Fora isso, vamos buscar
resgatar parte da originalidade da Tulha, que ao longo do tempo foi sendo
descaracterizada, ao ponto de ter vitrôs, que agora serão substituídos por
janelas de madeira”, finaliza.

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