Para pensar:

"Esta vida é uma estranha hospedaria,
De onde se parte quase sempre às tontas,
Pois nunca as nossas malas estão prontas,
E a nossa conta nunca está em dia."

Mario Quintana

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Laurentino Gomes autografa '1889' e bate papo com leitores na Livraria da Vila de Campinas

O jornalista Laurentino Gomes lança o livro 1889, na Livraria da Vila do Galleria Shopping, em Campinas, no dia 15 de outubro, terça-feira. Além da sessão de autógrafos, haverá bate-papo com o autor sobre a publicação que fecha sua trilogia sobre o Brasil do século 19. O encontro, gratuito, acontece das 19h às 21h30 no auditório da Livraria da Vila.
1889, que trata da Proclamação da República, é uma continuação de 1808, sobre a fuga da corte portuguesa de Dom João para Rio de Janeiro e 1822, sobre a Independência do Brasil.
Nas últimas semanas de 1889, a tripulação de um navio de guerra brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital do Ceilão – atual Sri Lanka – foi pega de surpresa pelas notícias alarmantes que chegavam do outro lado do mundo. O Brasil havia se tornado uma república. O império brasileiro, até então tido como a mais sólida, estável e duradoura experiência de governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de quinze de novembro. O austero e admirado imperador Pedro II, um dos homens mais cultos da época, que ocupara o trono por quase meio século, fora obrigado a sair do país junto com toda a família imperial. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos do novo regime estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto. Essas e outras histórias estão em 1889.
Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, Laurentino Gomes possui pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo e fez cursos tanto na Universidade de Cambridge como na Universidade de Vanderbilt. Trabalhou como repórter e editor para vários órgãos de comunicação do Brasil, incluindo o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Como escritor, foi premiado pelo best seller 1808 – Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil, tendo escrito também o livro 1822, sobre a independência do Brasil.

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