Para pensar:

"Esta vida é uma estranha hospedaria,
De onde se parte quase sempre às tontas,
Pois nunca as nossas malas estão prontas,
E a nossa conta nunca está em dia."

Mario Quintana

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Profissionais de teatro compartilham experiência em blog

Há um ano, uma simples pergunta tem motivado a reflexão sobre o início da vida profissional dos atores. A coluna Como fui arrebatado pelo teatro, do blog da Cia. Nó ao Vento, foi criada pela atriz Rita Brafer depois de perguntar aos companheiros de grupo “como tudo começou”, qual tinha sido a primeira vez que eles tinha sido “invadidos, arrebatados pelo teatro”. As respostas foram inspiradoras, tocantes e a atriz resolveu fazer uma pequena enquete com outros atores e o resultado é que a pergunta que nasceu num bate papo entre colegas de elenco se transformou numa coluna quinzenal no blog.
“No começo, era mesmo somente uma pergunta sem a intenção de virar uma coluna, mas cada texto que eu ia recebendo e o interesse dos atores em respondê-la me fez ver que lembrar o começo nos ajuda a recarregar as energias. É uma espécie de vitamina para quando estamos desanimados”, comenta Rita.
Muita gente já participou da coluna – nomes como as atrizes Melissa Vettore, Thaïs Garayp, Denise Del Vecchio, Cláudia Mello, os atores Deo Garcez, Carlo Briani, Otávio Martins, Marat Descartes, Renato Scarpin, Carlos Palma, a jornalista Beth Néspoli, o ator e diretor Rodolfo Garcia Vázquez dos Satyros, o dramaturgo e compositor Wismar Rabelo, o dramaturgo Murilo Dias Cesar e a roteirista Duca Rachid, entre outros.
Além dessa coluna, o blog da Cia. Nó ao Vento conta com artigos periódicos voltados para a voz e a nutrição dos atores, através de parcerias firmadas com profissionais das áreas.
Para quem tiver interesse em contar sua história de arrebatamento teatral para a coluna, é só enviar por e-mail para cianoaovento@gmail.com. A coluna é publicada quinzenalmente e para acessar a coletânea dos depoimentos já publicados, o endereço é http://cianoaovento.blogspot.com.br/p/coluna-como-fui-arrebatado-pelo-teatro.html.

A Cia. Nó ao Vento segundo ela mesma
“Fundada em 2010, em São Paulo, a partir da montagem do espetáculo Navalha na Carne, de Plínio Marcos. Nasce da necessidade de um trabalho contínuo à procura de uma forma própria de comunicar arte. Descobrir navegando os mares da arte em busca de linguagens, colaborando, trabalhando junto com uma equipe afinada, buscando humanizar o fazer teatral aproximando a arte do grande público. Eis o nosso sonho, nosso objetivo.
E é por esse caminho que navegamos: criação, arte, humanização, realização de sonhos e muito, muito trabalho para alcançar nossas conquistas.”

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