Há um ano, uma
simples pergunta tem motivado a reflexão sobre o início da vida profissional
dos atores. A coluna Como fui arrebatado
pelo teatro, do blog da Cia. Nó ao Vento,
foi criada pela atriz Rita Brafer depois de perguntar aos companheiros de grupo
“como tudo começou”, qual tinha sido a primeira vez que eles tinha sido
“invadidos, arrebatados pelo teatro”. As respostas foram inspiradoras, tocantes
e a atriz resolveu fazer uma pequena enquete com outros atores e o resultado é
que a pergunta que nasceu num bate papo entre colegas de elenco se transformou
numa coluna quinzenal no blog.
“No começo, era mesmo somente uma pergunta
sem a intenção de virar uma coluna, mas cada texto que eu ia recebendo e o
interesse dos atores em respondê-la me fez ver que lembrar o começo nos ajuda a
recarregar as energias. É uma espécie de vitamina para quando estamos
desanimados”, comenta Rita.
Muita gente já
participou da coluna – nomes como as atrizes Melissa Vettore, Thaïs Garayp,
Denise Del Vecchio, Cláudia Mello, os atores Deo Garcez, Carlo Briani, Otávio
Martins, Marat Descartes, Renato Scarpin, Carlos Palma, a jornalista Beth
Néspoli, o ator e diretor Rodolfo Garcia Vázquez dos Satyros, o dramaturgo e
compositor Wismar Rabelo, o dramaturgo Murilo Dias Cesar e a roteirista Duca
Rachid, entre outros.
Além dessa
coluna, o blog da Cia. Nó ao Vento conta
com artigos periódicos voltados para a voz e a nutrição dos atores, através de
parcerias firmadas com profissionais das áreas.
Para quem tiver
interesse em contar sua história de arrebatamento teatral para a coluna, é só
enviar por e-mail para
cianoaovento@gmail.com. A coluna é publicada quinzenalmente e para acessar a
coletânea dos depoimentos já publicados, o endereço é
http://cianoaovento.blogspot.com.br/p/coluna-como-fui-arrebatado-pelo-teatro.html.
A
Cia. Nó ao Vento segundo ela mesma
“Fundada em 2010, em São Paulo, a partir da
montagem do espetáculo Navalha na Carne, de Plínio Marcos. Nasce da necessidade
de um trabalho contínuo à procura de uma forma própria de comunicar arte.
Descobrir navegando os mares da arte em busca de linguagens, colaborando,
trabalhando junto com uma equipe afinada, buscando humanizar o fazer teatral
aproximando a arte do grande público. Eis o nosso sonho, nosso objetivo.
E é por esse caminho que navegamos: criação,
arte, humanização, realização de sonhos e muito, muito trabalho para alcançar
nossas conquistas.”
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