Para encerrar os eventos especiais
pelo mês de aniversário de seus 14 anos, o projeto O Autor na Praça recebe amanhã (sábado, dia 25 de maio), às 15h os
jornalistas e escritores Mylton
Severiano e Palmério Dória. Eles
estarão no Espaço Plínio Marcos autografando os livros Honoráveis Bandidos e Realidade,
história da revista que virou lenda e apresentando o e-book Crimes de Imprensa. O evento contará
com a participação especial de Paulo
César Peréio e do cartunista JuniorLopes, conterrâneo de Palmério, realizando caricaturas.
Informações sobre os convidados e os livros abaixo.
Sobre
Palmério Dória – Nasceu em Santarém, mas foi criado em Belém,
capital paraense. Mudou-se para o sul do país e iniciou
a carreira jornalística. Trabalhou como chefe de reportagem na Rede Globo e nos
jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo. Abandonou o jornalismo
diário e dedicou-se a temas "leves": tornou-se diretor de redação de
revista Sexy em 1992. Seu trabalho na
revista masculina rendeu o livro Evasão
de Privacidade, em que foram selecionados a dedo os melhores momentos das
revelações que mulheres brasileiras concederam à publicação durante os sete
anos em que Palmério esteve na direção. Outros livros que escreveu: Mataram o Presidente – Memórias do
Pistoleiro que Mudou a História do Brasil (1976), A Guerrilha do Araguaia (1978) e A candidata que virou picolé (2002). Foi autor de outros livros; seu
mais novo, Honoráveis Bandidos - Um Retrato
do Brasil na Era Sarney, conta toda a história secreta do surgimento e
enriquecimento da família Sarney.
Sobre
Mylton Severiano da Silva - Também conhecido como Myltainho pelos colegas de
profissão, nasceu em Marília, interior de São Paulo. Aos nove anos de idade,
publicou no jornal Terra Livre o seu primeiro
texto, sobre as condições em que vivia um casal de camponeses na Fazenda
Bonfim. Abandonou o curso de Direito no segundo ano e iniciou a carreira no
jornal Folha de S. Paulo na década de
1960. Trabalhou em publicações como O
Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde,
Quatro Rodas, Revista Realidade, A Nação,
O Jornal, Brasil Extra, Extra-Realidade
Brasileira e Caros Amigos, onde
foi colunista e editor-executivo até 2009 e nas TVs Globo, Cultura, Tupi e Abril.
Participou da fundação de publicações como o diário Panorama, de Londrina/PR, O
Nacional, semanário fundado por Tarso de Castro no Rio de Janeiro/RJ e Brasil-extra e Extra Realidade Brasileira, entre outros. É editor de texto do Almanaque Brasil de Cultura Popular
(revista de bordo da TAM). Possui uma indicação para o Prêmio Jabuti de
Literatura, na categoria reportagem, pelo livro Se liga - o livro das drogas” (Record, 1997). Também lançou outros
livros, como a biografia de João XXIII Um
Século de Boa Vida, em parceria com Jorginho Guinle; Paixão de João Antônio (Ed. Casa Amarela) e Nascidos para perder - História do jornal da família que tentou tomar o
poder pelo poder das palavras. Fora do jornalismo, formou-se acordeonista
no Conservatório Musical Santa Cecília, de Marília/SP. (Fonte: http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=11496).
Sobre o
livro Honoráveis Bandidos -
Palmério Dória, um dos jornalistas mais respeitados do País, conta pela
primeira vez, num livro, toda a história secreta do surgimento, enriquecimento
e tomada do poder regional pela família Sarney no Maranhão e o controle quase
total do Senado pelo patriarca que virou presidente da República por acidente,
transformou o Maranhão no quintal de sua casa e beneficiou amigos e parentes.
Um livro arrasador, na mesma linha de Memórias
das Trevas, que tinha o também senador Antonio Carlos Magalhães como
personagem e vendeu mais de 80.000 exemplares quando foi lançado. Saiba mais.
Sobre o
livro Realidade, história da revista que
virou lenda - Trecho do texto de apresentação do livro, por Paulo
Henrique Amorim: “Para quem trabalhou na Realidade (e na Veja do Mino), o que o Myltainho revela como documento valioso é a lucidez
do nosso Maestro, o Paulinho Patarra. As anotações explicitam o dom de
planejar, a estratégia, a visão que o Paulo tinha da futura revista, seu espaço
no mercado – e especialmente a fórmula editorial. Paulinho era um profissional!
Ele tinha o pulso do momento e, por isso, convenceu o patrão. O que a Realidade já nas bancas pôs para fora foi ‘o
sentimento do povo’ que o Paulinho carregava no peito. Trabalhei com poucos
profissionais que sentissem o cheiro da galera, como o Paulo. Um talento. Mais
do que o editor-chefe e, na verdade, chefe de reportagem, o Paulo parecia
daqueles políticos que sobem no palanque e dizem o que a massa quer ouvir:
‘hum, isso aí não interessa a ninguém...’ A Realidade captou aquela ânsia de
entender o mundo desorganizado dos anos 60, os costumes, os novos personagens,
a miséria que São Paulo desconhecia: uma realidade que soltava um cheiro
parecido com o dos mictórios dos bares que nós frequentávamos. Tudo misturado à
intervenção militar.” Editora Insular, 320 il., R$ 49,00. Saiba mais.
Veja aqui
uma matéria sobre o livro, por Ricardo Kotscho.
Sobre o
livro Crimes de Imprensa – Trecho
da matéria assinada por Ricardo Kotscho no Balaio do Kotcho: "Um retrato da mídia brasileira murdoquizada é o subtítulo do livro de Myltainho e
Palmério, os mesmos autores do best seller Honoráveis Bandidos. Na apresentação da obra, os veteranos
jornalistas, com passagens marcantes pelas principais redações do país,
anunciam: Crime de Imprensa é o
primeiro livro a mostrar, na história das eleições, como se comporta a mídia
corporativa antipopular e atrelada a interesses que não coincidem com a vontade
do nosso povo. Uma mídia que não hesita em usar os mesmos métodos do
inescrupuloso magnata das comunicações Rudolph Murdoch [sic]. Os autores pretendem
transmitir a perplexidade das pessoas lúcidas deste País, não só com a
cobertura jornalística falsamente isenta das campanhas eleitorais, mas também
com a posição dos grandes veículos de comunicação diante de outros episódios
das vida brasileira. Os leitores vão descobrir coisas que jamais leram na
imprensa nem viram nos telejornais: o candidato que se tornou onipresente,
gravando falas em São Paulo e ao mesmo tempo desfilando em carro aberto no
Tocantins; a cartilha do MEC espinafrada e até chamada de criminosa por
colunistas que leram apenas uma frase de um capítulo ou nem mesmo leram nada.”
O livro Crimes
de Imprensa impresso está esgotado, mas pode ser comprado no formato e-book pela Livraria 247: Veja aqui
matéria completa e uma entrevista com Palmério Dória sobre o livro.
Serviço:
O Autor na Praça recebe os jornalistas e escritores Mylton Severiano e Palmério
Dória.
Local: Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira
de Artes da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, São Paulo, SP
Data: 25 de maio, sábado, a partir das 15h
Informações: Edson Lima – (11) 3739-0208 / 95030-5577
- oanp@uol.com.br
Realização: Edson Lima & AAPBC Apoio: Max Design, Enlace-Media, restaurantes
Consulado Mineiro e O Cantinho Português.
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