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Foto: festasantos.blogspot.com. |
A Secretaria Municipal de Cultura abre na próxima segunda,
dia 27, no Centro de Convenções Aydil Bonachela, as inscrições para a oficina gratuita de interpretação cômica
ministrada por Ednaldo Freire.
Direcionado a professores, atores, diretores ou interessados em geral que
desejem discutir as ações humanas a partir da arte, o curso acontece dia 16 de
maio, sábado, das 14h às 17h30, no Novo Centro Cultural do Jardim Morada do
Sol, com o total de 30 vagas. Para se inscrever é preciso ter acima de 16 anos,
apresentar cópia de comprovante de endereço em Indaiatuba, documento com foto e
doar um pacote de fralda geriátrica. Os participantes devem usar roupas
confortáveis e despojadas para que possam realizar os exercícios de chão.
Informações: (19) 3894-1867.
Sobre a oficina
O Workshop de Interpretação Cômica pretende, a partir de uma
dinâmica, discutir o fenômeno teatral à luz da visão proposta pelo gênero da
Comédia para uma reflexão sobre os preconceitos históricos a ela atribuídos. Um
jogo prático e lúdico, onde o participante vivenciará por aproximadamente 3
horas e meia, de forma épica e "dramática" encaminhamentos para uma
interpretação cômica.
Sobre Ednaldo Freire
Ednaldo Freire é ator, diretor, cenógrafo e professor de
teatro. Ao longo de sua carreira, participou de mais de uma centena de
montagens teatrais, nas mais variadas categorias. Como diretor, encenou mais de
noventa espetáculos. Foi aluno de Eugênio Kusnet, Antônio Abujamra e Roberto
Vignati, entre outros. É formado em Educação Artística com especialização em
artes cênicas, e pós-graduado em Direção Teatral. Estudou cursos livres de
teatro na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, participou como convidado
do workshop para diretores
profissionais a convite da Cultura Inglesa, ministrado por Roger Croucher,
diretor da Escola de Artes Dramáticas da Real Academia de Londres e participou
do projeto Dano-Brasileiro (Brasil/Dinamarca), coordenado pelo diretor
dinamarquês Wolker Quant. Lecionou, a convite de Myrian Muniz e Silvio Zilber,
por seis anos, na Escola Macunaíma de Teatro. Com o dramaturgo Carlos Alberto
Soffredini e vários artistas paulistanos, fundou um dos mais importantes grupos
da década de 1970: o Grupo Mambembe. Implantou e formou grupos teatrais em
várias empresas como Siemens, IBM, Petrobrás, Banco Safra, Clube Pinheiros e
Serasa. Criou, orientou e dirigiu conjuntos teatrais das mais variadas
realidades. Ministrou cursos e oficinas a convite da Secretaria de Estado da
Cultura do Estado de São Paulo e dos próprios municípios, em cidades como Mauá,
Ribeirão Pires Santo André, Franca, Baurú, São José dos Campos, São José do Rio
Preto, São João da Boa Vista, Santos, São Bernardo do Campo etc. Ajudou a
implantar o Projeto Ademar Guerra, no qual orientou por quatro anos
consecutivos grupos da capital e interior paulista. Ministrou palestras,
integrou comissões em vários festivais de teatro, inclusive o Mapa Cultural
Paulista. Em 2009, integrou a Comissão Estadual de Cultura Popular da
Secretaria do Estado da Cultura do Estado de São Paulo. Muitas vezes premiado,
em 1973, 1976 e 1977 recebeu o prêmio governador do Estado de São Paulo nas
categorias de cenógrafo, figurinista e direção, respectivamente. Em 1981, foi
escolhido como diretor revelação pela APCA - Associação Paulista dos Críticos
de Arte, pela encenação de Cala a Boca já
Morreu. Em 1996, juntamente com o dramaturgo Luis Alberto de Abreu, foi
agraciado com o prêmio especial do júri pela APCA pelo projeto Comédia Popular
Brasileira, criado por ambos na Fraternal Companhia de Arte e Malas Artes. Foi
ainda indicado várias vezes para os prêmios Shell, Mambembe e Apetesp. Em 2002,
venceu o Prêmio Panamco no Teatro como Melhor diretor e Melhor Espetáculo pelo Auto da Paixão e da Alegria. Na
televisão, participou como ator no Telecurso
2º Grau, produzido pelas Fundações Roberto Marinho e Padre Anchieta. No
SBT, atuou no seriado Brasileiros e
Brasileiras. Dirigiu três peças na TV Cultura de São Paulo para a série Senta
que lá Vem Comédia. No rádio, atuou numa série de telenovelas pela Lintas Propaganda.
No cinema participou dos filmes A Hora da
Estrela, de Suzana Amaral e Os Dois
Reinados, de Ronaldo Severo. Atualmente é diretor da Fraternal Companhia de
Arte e Malas Artes, coordenador do projeto Comédia Popular Brasileira e
professor de interpretação no Teatro Escola Célia Helena e Escola Superior de
Artes Célia Helena.
Serviço
Centro de Convenções Aydil Bonachela – Rua das Primaveras,
210 – Jardim Pompéia
Novo Centro Cultural Morada do Sol - Av. Engenheiro Fábio
Roberto Barnabé, 5924 - Jardim Morada do Sol.
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