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| Celia Santos/Fabio Cerati |
O
espetáculo Trair e coçar é só começar, de Marcos Caruso, comemorou 27 anos
ininterruptos em cartaz em 2013 e volta a Campinas pela primeira vez neste ano,
nos dias 20 e 21 de julho, no Teatro
Castro Mendes. Considerado um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro e
recordista absoluto de público, Trair e
Coçar acumulou até agora um total de mais de seis milhões de espectadores
em quase nove mil apresentações desde a estreia, em 26 de março de 1986, no Rio
de Janeiro.
Tendo
como personagem principal a empregada Olímpia, a peça está em cartaz em São
Paulo, desde agosto de 1989, de onde sai somente para fazer turnês pelo país.
Apenas três estados do Brasil (Acre, Amapá e Rondônia) ainda não assistiram à
montagem. Em 27 anos, quase 100 atores passaram pela peça, entre eles, Suely
Franco, Denise Fraga, Adriano Reis, Rômulo Arantes, José Augusto Branco, Ana
Rosa, Alexandre Reinecke, Imara Reis, Roberto Arduin, Roberto Pirillo, Bruna
Gasgon, Clarisse Abujamra, Mário Cardoso e Annamaria Dias. No elenco atual, a
famosa personagem criada por Marcos Caruso é interpretada por Anastácia
Custódio. Completam o elenco de nove atores Carlos Mariano, Cézar Pezzuoli,
Lára Cordula, Carla Pagani, Mario Pretini, Carlos Martin, Siomara Schröder e
Ivan de Almeida. A direção geral tem assinatura de Attílio Riccó e o atual
diretor é José Scavazini.
Para
homenagear esta trajetória sem precedentes, o jornalista João Nunes escreveu o
livro 25 Anos + Um – A História de Sucesso
de Trair e Coçar É Só Começar (Editora
Giostri). A obra reúne relatos do autor, dos diversos elencos, de
diretores, de administradores e de produtores sobre inúmeras histórias que
envolvem as quase três décadas da peça, desde as dificuldades encontradas por
Caruso para conseguir montá-la e estreá-la no Rio de Janeiro até episódios
curiosos dos bastidores. É um registro inédito e saboroso. E ainda tenta
entender a razão do sucesso e da permanência da peça por tantos anos nos
teatros brasileiros, em especial em São Paulo.
Trair e coçar é só começar é
uma realização da BR Produtora, no mercado desde 1984.
A peça
A
inspiração Marcos Caruso ao escrever Trair
e coçar é só começar foi o gênero vaudeville
– a comédia ligeira baseada na intriga e no equívoco. Toda a trama se
fundamenta em supostas infidelidades. Ao ver a patroa Inês assediada pelo
síndico do prédio onde mora, a atrapalhada empregada Olímpia supõe que ela
esteja traindo o marido Eduardo, apesar de eles estarem preparando a festa de
16 anos de casados. Depois, ela ouve uma piada de Eduardo sobre “as namoradas”
dele e conclui que o patrão também trai. Na cabeça de Olímpia, Lígia, a melhor
amiga de Inês, também está sob suspeita, assim como o marido dela, Cristiano.
As conclusões apressadas da empregada começam a gerar uma série de “quiprocós”
a ponto de, em dado momento, todos os personagens se envolverem numa confusão
aparentemente sem saída. Convicta do princípio de que informação vale ouro, a
esperta Olímpia começa a subornar seus patrões e os amigos deles. E a sucessão
interminável de mal-entendidos se completa com a chegada de um vendedor de joias
e de um padre.
História
Marcos
Caruso tinha 27 anos quando escreveu a peça em 1979. Depois de ficar seis anos
na gaveta estreou em 1986 e, desde então, escreveu uma das mais impressionantes
histórias do teatro brasileiro.
O
sucesso garantiu a presença da peça no Guinness Book nas edições de 1994, 1995,
1996 e 1997 como a mais longa temporada ininterrupta em cartaz do teatro
nacional. O espetáculo também ganhou o Prêmio Quality Cultural de 2005 e se
apresentou no Teatro Colony, de Miami (EUA). Marilú Bueno foi a primeira atriz
a interpretar Olímpia. Depois, entre outras, vieram Suely Franco, Denise Fraga,
Vic Militello, e Iara Jamra, num total de 13 atrizes – sem contar Adriana
Esteves, que a interpretou no cinema, no filme dirigido por Moacyr Góes.
Ficha Técnica
Autor: Marcos Caruso
Diretor Original e concepção: Attílio Riccó
Diretor: José Scavazini
Produtores: Radamés Bruno e Viviane Procópio
Elenco: Anastácia Custódio, Carlos Mariano, César Pezzuoli, Lara Córdula, Carla Pagani, Mario Pretini, Carlos Martin, Siomara Schröder e Ivan de Almeida.
Trilha Sonora: Miguel Briamonte
Camareira: Maria José
Coordenador Técnico: Hiram Ravache
Técnico: Diego Cortez
Administradora: Jandy Vieira
Equipe de Produção: Anastácia Custódio, Carla Pagani, Jandy Vieira e Vini Rigoletto.
Obras de Arte: Estúdio Pedro Sabiá
Fotos: Célia Santos, Fábio Cerati e Van Santos
Criação logomarca: Thiago Carlotti – Zanzi
Artes: Léo Dória
Leis de Incentivo: Sonia Odila
Assessoria Contábil: Datecon
Assessória Jurídica: Dr. Fábio Capone
Assessoria de Comunicação: Vinícius Rigoletto
Produtora Executiva: Viviane Procópio
Direção de Produção: Radamés Bruno
Realização: BR Produtora
Diretor Original e concepção: Attílio Riccó
Diretor: José Scavazini
Produtores: Radamés Bruno e Viviane Procópio
Elenco: Anastácia Custódio, Carlos Mariano, César Pezzuoli, Lara Córdula, Carla Pagani, Mario Pretini, Carlos Martin, Siomara Schröder e Ivan de Almeida.
Trilha Sonora: Miguel Briamonte
Camareira: Maria José
Coordenador Técnico: Hiram Ravache
Técnico: Diego Cortez
Administradora: Jandy Vieira
Equipe de Produção: Anastácia Custódio, Carla Pagani, Jandy Vieira e Vini Rigoletto.
Obras de Arte: Estúdio Pedro Sabiá
Fotos: Célia Santos, Fábio Cerati e Van Santos
Criação logomarca: Thiago Carlotti – Zanzi
Artes: Léo Dória
Leis de Incentivo: Sonia Odila
Assessoria Contábil: Datecon
Assessória Jurídica: Dr. Fábio Capone
Assessoria de Comunicação: Vinícius Rigoletto
Produtora Executiva: Viviane Procópio
Direção de Produção: Radamés Bruno
Realização: BR Produtora
Apoio
Institucional: Governo Federal – Brasil, país rico é
país sem pobreza
Lei Federal de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura – Programa de Ação Cultural.
Secretaria Municipal de Cultura – Prefeitura Municipal de Campinas
Lei Federal de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura – Programa de Ação Cultural.
Secretaria Municipal de Cultura – Prefeitura Municipal de Campinas
Serviço:
Teatro Castro Mendes – R. Conselheiro Gomide 62, Vila Industrial, Campinas
Datas: 20 e 21 de julho
Horários: Sábado, 21h e domingo, 19h
Faixa etária: 12 anos
Duração: 120 minutos
Teatro Castro Mendes – R. Conselheiro Gomide 62, Vila Industrial, Campinas
Datas: 20 e 21 de julho
Horários: Sábado, 21h e domingo, 19h
Faixa etária: 12 anos
Duração: 120 minutos
Valores dos ingressos:
Plateia e balcão: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia de acordo com a Lei)
Promocional:
- R$30,00: Para compra antecipada até o dia 17 de março: todos pagam o valor da meia entrada
- R$40,00: Do dia 18 de julho até o dia anterior a cada apresentação
Telefone de informações: (19) 3272-9359
Pontos de vendas: apenas na bilheteria do teatro
Atendimento
grupos e empresas: Telefone (11) 5084-1717 ou e-mail comunica@brprodutora.com.
Pontos de vendas: apenas na bilheteria do teatro

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